quinta-feira, 6 de agosto de 2009

o amor...


Ah o amor...

quem diria q eu iria me apaixonar?

Ta aí a prova de que o amor é a melhor coisa que existe!!
Obrigada Jesus, pelo seu cuidado e por colocar o Abner em minha vida!!

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Sob Nova Direção



por Amanda Lara e Elizaine Guimarães

A tradicional cantina da Vânia que atende aos alunos do Unileste a mais de dez anos mudou de dono. No inicio do segundo semestre deste ano, Vânia Cardoso passou o negocio para Marcio Aristides de Almeida. Agora com novo nome, Artgral.
O movimento no local é grande. Segundo a gerente, Maria do Socorro Soares, todos os dias das 7h da manhã às 10h da noite, mais de duas mil pessoas passam por ali. A cantina conta com 13 funcionários, entre cozinheiras, caixa e balconistas.
O lanche preferido da garotada são os salgados, deles o pastel assado é o mais vendido. Frutas e alimentos naturais, não fazem a cabeça da moçada. Socorro diz que as frutas chegam até a estragar na prateleira.
Questionada sobre os preços, Socorro defende e diz que é um dos lugares mais baratos da região. Os preços dos alimentos subiram, mas a direção segurou o aumento; mesmo que isso resultasse em lucros menores.
Socorro reclama apenas da infra-estrutura do local, segundo ela, é muito pequeno, e até para estocar mercadoria é difícil. Mesmo com 4 geladeiras, em dias de muito calor, não é possível gelar as bebidas. Ela já deu dicas de mudanças, como colocar o caixa na portaria e de cobrir a parte externa da cantina.
Para as estudantes Maynda Silva Ferráz, 22 anos, e Daniella Lioni Isidoro, 24 anos, a mudança da direção da cantina surtiu grandes efeitos e estão bastante satisfeitas. “Almoço todos os dias aqui, a comida é muito boa, tem pouca variedade, mas o que tem é muito gostoso” afirma Daniella. Já para Maynda, o que poderia mudar é o preço, “tirar os R$ 0,20 do salgado”, passando para R$ 1,00. Já para Daniella “não é caro as coisas aqui, é normal”; mas sugere: “Devia ter bandejão na faculdade. O preço não é muito caro, mas pra estudante as vezes fica um pouco puxado”.


Falta de monitores prejudica a produção de matérias radiofônicas

Laboratório de rádio está a disposição dos alunos, mas a falta de monitores impede o desenvolvimento dos trabalhos

Além das salas de multimídia, da biblioteca, do laboratório de TV e dos muitos computadores oferecidos nos laboratórios de Informática, o Centro Universitário do Leste de Minas Gerais – (Unileste-MG), conta também com o Laboratório de Rádio.
Apesar da disponibilidade dos equipamentos tecnológicos, o coordenador do Laboratório de Rádio, Willian Trevizani e o técnico do laboratório Douglas Silva, enfrentam dificuldades em encontrar alunos interessados para monitoria. Segundo Douglas este semestre foi aberto um edital, mas não houve inscritos.

Outro problema enfrentado é a pouca utilização do laboratório pelos alunos do Curso. A disposição das disciplinas Rádio jornalismo, Produção Mídia e TV, Redação de
Mídia Eletrônica, o laboratório pode ser usado para produção de spots, matérias
jornalísticas, comerciais, vinhetas, entre outros.



Fotos do laboratório















GINÁSTICA ARTÍSTICA FAZ CAMPEÕES NO UNILESTE/MG

Todas as segundas, quartas e sextas a rotina de quinze crianças se transforma no Centro Universitário do Leste de Minas Gerais (UnilesteMG). De mochila nas costas elas vêm como gente grande. Não fosse o tamanho, passariam como alunos comuns. Alunos, sim, mas comuns, não. Nada de continhas ou letras na aula que vieram assistir. Eles fazem parte do projeto de extenção do instituto que leva às crianças da comunidade o prazer e a leveza da ginástica artística.
Essa turma está mais avançada. Experientes pela pouca idade que têm. Mas hoje em especial os nervos estão à flor da pele. O grupo ensaia uma coreografia há cinco meses e a apresentação é neste fim de semana.
Repórter: Akemí Duarte
Imagens: Diego Carvalho

O diabo não é tão feio quanto se pinta

No quadro “Você Sabia” desta quarta-feira (22), os alunos do Centro Universitário do Leste de Minas Gerais (Unileste-MG) vão poder conhecer um dos serviços oferecidos pela biblioteca da instituição. O tão temido Trabalho de Conclusão de Curso, popularmente conhecido como Monografia, pode se tornar um aliado na hora da definição da pesquisa.

Repórter: Gustavo Coura
Imagens: Andressa Moreira
Texto: Andressa Moreira e Gustavo Coura
Entrevistada: Rejane Rodrigues (Bibliotecária)

Usar o rodo ou a vassoura?

Reportagem e vídeo de Bruno Rezende e João Marcelo

O Centro Universitário do Leste de Minas produz muita sujeira, e cabe aos funcionários da limpeza mantê-lo sempre limpo e organizado. Existe todo tipo de sujeira. As folhas secas que caem das árvores predominam em todo campus, além delas existem copos plásticos, garrafas descartáveis, papéis e muita poeira.
Para o Sr. Francisco funcionário do Centro Universitário o rodo é a melhor ferramenta de limpeza, superando a velha vassoura. Segundo ele a utilização do rodo tem três vantagens: evita dores lombares, varre com mais rapidez e não levanta poeira.
Sr Francisco diz que alunos não contribuem com a limpeza, jogando muito lixo no chão, e explica que após recolherem todo o lixo o encaminham para o viveiro do Centro Universitário, onde fica armazenado até a chegada do caminhão de lixo da prefeitura.
Com isso, percebe-se a importância de não jogar lixo no chão, mantendo o ambiente sempre limpo e saudável para todos os alunos, funcionários e visitantes.

Sala dos professores contribui a complementação das atividades disciplinares

Os professores do Centro Universitário do Leste de Minas Gerais/ Unileste-MG contam com uma sala específica para desenvolver atividades nos intervalos de uma aula e outra. No centro de convivência como é conhecido, eles preparam aulas, trocam experiências com colegas de trabalho, além de dar assistência aos alunos.

Para o professor de Mecânica, Ricardo Pacheco, o centro de convivência é uma extensão do local de trabalho, “corrigir provas, preparar aulas e trabalhos são algumas das atividades que desenvolvemos aqui, temos também uma sala de computadores onde podemos lançar as notas”, explica.
Segundo o professor de Antropologia Cultural, Renato Lacerda, a sala lembra o estilo fucotiniano, devido ao fato das paredes serem de vidro o que remete ao controle social no sentido simbólico pregado por Focault, “a sala dá a impressão de que estamos sendo observados o tempo todo, e tira um pouco a privacidade, mas isso não me atrapalha, gosto do estilo e dos recursos que temos na sala, ou seja, não é necessário termos um computador em casa para se preparar aulas ou lançar notas, temos um espaço nosso para fazer isso”, completa.
O Centro de convivência é uma referência para os alunos encontrarem os professores fora da sala de aula. Ele também é um local que faz a distinção entre o espaço do aluno e professor onde os docentes se sentem num local apropriado e único para eles.


Por Ana Paula Vasconcelos e Cris Souza
Alunas do Curso de Comunicação Social-Jornalismo
UnilesteMG